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Artigos e Pensamentos

Começo esta matéria, perguntando qual é o seu propósito nesta vida? Penso que na vida o que vale é isso mesmo, propósito. Sem propósito você só fica com a preocupação e esta não paga a sua conta nem a de ninguém.

A vida é curta demais para vivermos os planos dos outros. E então, qual é o seu propósito? Esta matéria é mesmo uma provocação para te tirar da zona de conforto e encarar algumas verdades. A verdade, quase sempre dó, mas é ela que constrói a vida.

O problema não é o problema e sim a atitude que temos diante dele. Sim, vamos viver e conviver com pandemias, terremotos e tsunamis, literal e gramaticalmente, ou seja, no mundo e em nossa vida.

Dizem que, passado o terremoto de Lisboa, no ano de 1755, o rei perguntou ao general o que se havia de fazer? Ele respondeu ao rei: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”.

Essa resposta simples que há séculos atrás parece que o general, sem ser um Nostradamus, já sabia do tal coronavírus chegando ao mundo hoje.

Sim, uma resposta simples, franca, direta e que tem muito a nos ensinar. Quantas vezes temos em nossa vida terremotos, tsunamis avassaladores, perdas de entes queridos, pandemias por um vírus desconhecido, conflitos e mais conflitos em nossas vidas?

O que fazer? Exatamente o que disse o general: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”. O que isso quer dizer? Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. Significa esquecer e logicamente não me refiro a entes queridos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, temos que cuidar do presente, do que sobrou, cuidar do que realmente existe. E fechar os portos significa não deixar as “portas” abertas (poderíamos falar fronteiras) para que novos problemas possam surgir ou “vir de fora” enquanto estamos salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Ou seja, concentrar-se na reconstrução, na possibilidade do novo, em nossa reinvenção diária.

Voltamos ao início da matéria, falando de propósitos que fazem nossa vida valer a pena. O coração é o órgão associado aos sentimentos, pois retrata tudo o que você sente... palpita de alegria, fica apertado na tristeza e parece uma metralhadora quando você está tenso, estressado, ansioso ou com medo.

O único animal capaz de infartar é o racional ser humano que sai do racional e entra no emocional. O infarto é um fenômeno provocado principalmente pelos seus sentimentos.

Veja, mesmo sabendo que os outros animais também têm emoções, os “picos emocionais” são características do ser humano.Mesmo quando falamos que “fulano” pensa com o coração e ficamos reticentes porque o pensamento não está no coração, aprendi que há uma ligação direta com o mesmo.

E você?Já que falamos de sentimentos que tudo isso provoca, sabe qual é o dia preferido deste inimigo número 1 do coração dar a sua cara? Sim, acredite, é a segunda-feira.

Segundo estudo publicado pelo American Heart Journal, o maior risco de infarto está nas segundas-feiras. Outro estudo realizado pela USP analisou mais de 170 mil internações e o dia mais propenso foi? Segunda-feira. Então, por que segunda-feira?

Ou você pensa que infarto só acontece com os veteranos? Nunca tivemos um número de infartos tão alto em pessoas jovens como agora.

Geralmente acordamos com todas as previsões de trabalho da semana, projetos a serem entregues, agenda a cumprir, uma agenda que não pode ser cumprida por um eventual lockdown ou mercado que não pode funcionar, um check list enorme e lá vem a metralhadora giratória do coração palpitando, não é mesmo?

Estou escrevendo isso, fruto de pesquisas que foram feitas, mas eu, particularmente neste quesito nunca vou morrer de infarto porque eu adoro a segunda-feira.

Só que é uma verdade na vida das pessoas. Sempre trabalhei isso em minhas palestras, lembrando a dor de barriga que as pessoas têm quando termina o último programa da TV no domingo, no tempo que as pessoas assistiam TV, é bem verdade, mas mesmo que seja um filme no Netflix, porque a noite de domingo remete a que? A segunda-feira, a reunião com o chefe logo de manhã e a todos os compromissos do check list.

Prepare-se para não morrer. Prepare-se para ser arrancado de sua área de conforto. Coloque um fim ao papo furado das desculpas que impedem você de controlar sua vida. Por isso, fica aqui a pergunta: O que você está fazendo, na maior parte do tempo, é algo que te deixa feliz? Mesmo reconhecendo que a maioria das pessoas trabalham por necessidade, e não por felicidade… mas qual é o seu caso?

O que vale é propósito. Sem propósito você só fica com a preocupação e esta não paga a sua conta nem a de ninguém. O propósito desafia você, cria novas metas, faz você sentir-se importante.

Pois é, a melhor forma de lidar com o problema dos ataques fulminantes é evitá-los… tanto pela sua saúde, quanto pela sua felicidade.

Porém, mais do que ser possível, felicidade no trabalho é uma tendência da nova forma do mundo de viver e empreender. Portanto, se você já odiou a ideia de a segunda-feira chegar, fica a reflexão de que você pode mudar isso.

Chegou a hora de parar com a sabotagem que muitas vezes impomos em nossas vidas. A cana só dá açúcar depois de passar por grandes apertos. Não podemos desanimar por causa dos dias difíceis.  A vida é como um eco e vai devolver o que você falar, o que você pensar. Você só pode ser aquilo que tiver. A vida é igual um bumerangue, vai te dar o que você der a ela.

Então não vamos entregar os nossos pensamentos para pandemias, terremotos ou tsunamis. O conselho simples do general está em minha cabeça: enterre os mortos (passado), cuide dos vivos (presente) e feche os portos para dar vida ao seu futuro. 

O caminho que surge a nossa frente pode não ser o mais conveniente, mas pode ser o melhor.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Prepare-se para não morrer

Começo esta matéria, perguntando qual é o seu propósito nesta vida? Penso que na vida o que vale é isso mesmo, propósito. Sem propósito você só fica com a preocupação e esta não paga a sua conta nem a de ninguém.

A vida é curta demais para vivermos os planos dos outros. E então, qual é o seu propósito? Esta matéria é mesmo uma provocação para te tirar da zona de conforto e encarar algumas verdades. A verdade, quase sempre dó, mas é ela que constrói a vida.

O problema não é o problema e sim a atitude que temos diante dele. Sim, vamos viver e conviver com pandemias, terremotos e tsunamis, literal e gramaticalmente, ou seja, no mundo e em nossa vida.

Dizem que, passado o terremoto de Lisboa, no ano de 1755, o rei perguntou ao general o que se havia de fazer? Ele respondeu ao rei: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”.

Essa resposta simples que há séculos atrás parece que o general, sem ser um Nostradamus, já sabia do tal coronavírus chegando ao mundo hoje.

Sim, uma resposta simples, franca, direta e que tem muito a nos ensinar. Quantas vezes temos em nossa vida terremotos, tsunamis avassaladores, perdas de entes queridos, pandemias por um vírus desconhecido, conflitos e mais conflitos em nossas vidas?

O que fazer? Exatamente o que disse o general: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”. O que isso quer dizer? Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. Significa esquecer e logicamente não me refiro a entes queridos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, temos que cuidar do presente, do que sobrou, cuidar do que realmente existe. E fechar os portos significa não deixar as “portas” abertas (poderíamos falar fronteiras) para que novos problemas possam surgir ou “vir de fora” enquanto estamos salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Ou seja, concentrar-se na reconstrução, na possibilidade do novo, em nossa reinvenção diária.

Voltamos ao início da matéria, falando de propósitos que fazem nossa vida valer a pena. O coração é o órgão associado aos sentimentos, pois retrata tudo o que você sente... palpita de alegria, fica apertado na tristeza e parece uma metralhadora quando você está tenso, estressado, ansioso ou com medo.

O único animal capaz de infartar é o racional ser humano que sai do racional e entra no emocional. O infarto é um fenômeno provocado principalmente pelos seus sentimentos.

Veja, mesmo sabendo que os outros animais também têm emoções, os “picos emocionais” são características do ser humano.Mesmo quando falamos que “fulano” pensa com o coração e ficamos reticentes porque o pensamento não está no coração, aprendi que há uma ligação direta com o mesmo.

E você?Já que falamos de sentimentos que tudo isso provoca, sabe qual é o dia preferido deste inimigo número 1 do coração dar a sua cara? Sim, acredite, é a segunda-feira.

Segundo estudo publicado pelo American Heart Journal, o maior risco de infarto está nas segundas-feiras. Outro estudo realizado pela USP analisou mais de 170 mil internações e o dia mais propenso foi? Segunda-feira. Então, por que segunda-feira?

Ou você pensa que infarto só acontece com os veteranos? Nunca tivemos um número de infartos tão alto em pessoas jovens como agora.

Geralmente acordamos com todas as previsões de trabalho da semana, projetos a serem entregues, agenda a cumprir, uma agenda que não pode ser cumprida por um eventual lockdown ou mercado que não pode funcionar, um check list enorme e lá vem a metralhadora giratória do coração palpitando, não é mesmo?

Estou escrevendo isso, fruto de pesquisas que foram feitas, mas eu, particularmente neste quesito nunca vou morrer de infarto porque eu adoro a segunda-feira.

Só que é uma verdade na vida das pessoas. Sempre trabalhei isso em minhas palestras, lembrando a dor de barriga que as pessoas têm quando termina o último programa da TV no domingo, no tempo que as pessoas assistiam TV, é bem verdade, mas mesmo que seja um filme no Netflix, porque a noite de domingo remete a que? A segunda-feira, a reunião com o chefe logo de manhã e a todos os compromissos do check list.

Prepare-se para não morrer. Prepare-se para ser arrancado de sua área de conforto. Coloque um fim ao papo furado das desculpas que impedem você de controlar sua vida. Por isso, fica aqui a pergunta: O que você está fazendo, na maior parte do tempo, é algo que te deixa feliz? Mesmo reconhecendo que a maioria das pessoas trabalham por necessidade, e não por felicidade… mas qual é o seu caso?

O que vale é propósito. Sem propósito você só fica com a preocupação e esta não paga a sua conta nem a de ninguém. O propósito desafia você, cria novas metas, faz você sentir-se importante.

Pois é, a melhor forma de lidar com o problema dos ataques fulminantes é evitá-los… tanto pela sua saúde, quanto pela sua felicidade.

Porém, mais do que ser possível, felicidade no trabalho é uma tendência da nova forma do mundo de viver e empreender. Portanto, se você já odiou a ideia de a segunda-feira chegar, fica a reflexão de que você pode mudar isso.

Chegou a hora de parar com a sabotagem que muitas vezes impomos em nossas vidas. A cana só dá açúcar depois de passar por grandes apertos. Não podemos desanimar por causa dos dias difíceis.  A vida é como um eco e vai devolver o que você falar, o que você pensar. Você só pode ser aquilo que tiver. A vida é igual um bumerangue, vai te dar o que você der a ela.

Então não vamos entregar os nossos pensamentos para pandemias, terremotos ou tsunamis. O conselho simples do general está em minha cabeça: enterre os mortos (passado), cuide dos vivos (presente) e feche os portos para dar vida ao seu futuro.

O caminho que surge a nossa frente pode não ser o mais conveniente, mas pode ser o melhor.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

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